Quais os desafios atuais do controle de pragas?

Ao falar em controle de pragas agrícolas, logo se pensa em agrotóxicos e produtos do segmento químico para que o problema seja resolvido em um curto espaço de tempo. O método é utilizado desde 1939 e é eficaz contra os invasores, porém causa danos ao meio e pode prejudicar a saúde humana e animal a longo prazo.

A Oligos compreende que o bem-estar de todos é vital e procura oferecer produtos mais naturais para produtores. A questão é entender por qual motivo controlar pragas agrícolas de forma mais natural exige passar por tantos obstáculos. Vamos conferir?

Como as pragas se proliferam?

O problema inicial se deu no momento em que o equilíbrio entre homem e natureza foi quebrado. O ser humano demandou mais espaço para grandes lavouras e hortas, acabando por atrair mais destes insetos. Com isso, o percentual de pragas que normalmente se tem em uma plantação se multiplicou, fazendo com que mais produtores optem por soluções químicas visto que a eficácia vem com mais rapidez.

O controle biológico

Por volta de 1960, o denominado Controle Biológico surgiu e deu outra alternativa para combater o problema com os invasores. Basicamente, a técnica consiste em utilizar predadores naturais, parasitoides e microorganismos para recuperar o equilíbrio na plantação.

Nesse método, também podem ser usados alguns pesticidas, porém os produtos têm composição química menos agressiva e são manuseados de forma controlada para manter o meio saudável e não afetar a saúde humana ou animal.

Quais os desafios do controle de pragas?

Por ser um país de grande área geográfica, as plantações acabam sendo maiores e isso dificulta a assertividade no momento de planejar o controle de pragas. Manter uma uniformidade em todos os canteiros, aderir a diferentes métodos caso um deles não seja eficaz para todos os tipos de plantas, investir a quantia justa e obter lucros neste processo são desafios que ainda são alvos de pesquisas.

Além desses desafios, vale lembrar que o Brasil é um país tropical e, por isso, algumas pragas desenvolvem maior resistência ao clima quente e úmido, sem falar que outras nascem especificamente para esse tipo de condição climática. Portanto, não adianta se inspirar igualmente em um modelo de controle europeu, por exemplo, pois o clima é totalmente diferente.

Pontos positivos

Contudo, também pode-se tirar boas conclusões dessa experiência. Cada vez mais, agricultores e produtores aderem ao controle biológico. O segmento procura a cada dia por mais sustentabilidade e mercadorias com níveis mais baixos e até nulos de agrotóxicos.

Investindo em um bem mais natural, a economia se desenvolve de forma mais escalonada, visto que muitos pesticidas e agroquímicos têm um preço muito elevado, fator que encarece os produtos finais.

Principais pragas no Brasil

Como vimos acima, o clima do Brasil favorece o surgimento de algumas espécies de pragas que podem trazer grandes prejuízos para os produtores. Entenda mais sobre as principais pragas agrícolas brasileiras a seguir:

  • Corós – São larvas de besouro, mais comuns em plantações de milho, trigo e sorgo. Vivem no subsolo e se alimentam de raízes, por isso é necessário preparar a área para evitar a proliferação. Não tem controle comprovado.
  • Mosca-branca – Inseto que tem como alvo principal os cultivos frutíferos. Se alimenta também da seiva das plantas e pode vir a causar uma perda de até 90% da safra.
  • Larva-minadora – Ataca por meio da construção de galerias dentro das folhas, incapacitando a fotossíntese e baixando a estimativa de vida da planta. As espécies mais prejudicadas são tomateiros e frutos cítricos.
  • Cigarrinha do milho – Os indivíduos têm período embrionário de 5 a 10 dias, fase de ninfa de 14 a 16 dias, levando em média 24 dias para chegar à fase adulta. Esse inseto se alimenta da seiva da planta do milho e se instala sob a epiderme da folha, na nervura central.
  • Moleque da bananeira – Prejudica diretamente as bananeiras por abrir galerias em seu tronco e danificar tecidos internos. Assim, as plantas entram em declínio e apresentam morte das folhas, bem como frutos menores. Em alguns casos, podem derrubar as bananeiras.
  • Bicudo da cana-de-açúcar – É uma praga primária da cultura da cana-de-açúcar. As larvas atacam os rizomas e os colmos das plantas, abrindo galerias. Podem reduzir a produtividade e a longevidade dos canaviais.

Quem somos?

A Oligos Biotec é pioneira há 10 anos no ramo de soluções agroecológicas para lavouras e produtores. Nossos produtos, como o Beauveria Oligos®, faz a diferença em muitas plantações, sendo eficaz contra pragas como a cigarrinha do milho, a mosca-branca e outros indivíduos.

Gostou desse conteúdo? A Oligos Biotec defende o Controle Biológico nas lavouras para conter o avanço dos insetos-praga e o desequilíbrio natural. Portanto, se você quer saber mais sobre o assunto, fale com o nosso time de especialistas:

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